domingo, 19 de junho de 2011

Tela - Santos & Pecadores (tema do filme CONTRALUZ)



Quero pintar a minha vida de todas as cores.... Gosto muito desta música.

TRAM flap narrated



Este também é bom mas quem se imprecionar é um pouco forte...

Vídeo Interativo - Reconstrução Mamária



Estive a ver reconstruções da mama e achei este vídeo interessante. Espero que gostem e vos seja elucidativo.
Eu sou uma vencedora! Tu também vais ser! Tenho a certeza.
Fármaco que trata cancro da mama pode preveni-lo também



Uma nova pesquisa descobriu que é possível prevenir o cancro da mama e a boa notícia vai mais além: a droga já está aprovada para o tratamento da doença, avança a CNN, citada pela HypeScience.
Mulheres com risco elevado de desenvolver cancro da mama alimentado pela hormona estrogénio podem reduzir esse risco em 65% tomando o medicamento bloqueador inibidor da aromatase Aromasin® (exemestano), da Pfizer.
O Aromasin® é um dos três fármacos da classe de medicamentos chamados inibidores de aromatase que bloqueiam a produção de estrogénio em mulheres pós-menopáusicas. As duas outras drogas não são usadas para prevenir cancro da mama porque possuem, embora raramente, sérios efeitos secundários, como aumento do risco de cancro do útero e coágulos sanguíneos.
Estudos anteriores mostraram que o fármaco tamoxifeno reduz o risco de contrair cancro da mama em mulheres mais velhas em 50%, e a droga da osteoporose raloxifeno reduz o risco em 38%, após cinco anos a tomá-la. O exemestano, mais conhecida sob a marca Aromasin®, foi a que teve menos efeitos secundários.
A pesquisa envolveu 4560 mulheres saudáveis na pós-menopausa, com alto risco de cancro da mama. A redução de 65% do risco foi encontrada depois de as mulheres terem tomado os remédios por apenas três anos. O estudo continua.
Ainda assim, os próprios efeitos secundários de Aromasin® não devem ser ignorados. Segundo o estudo, as mulheres que tomaram o fármaco não tiveram efeitos tóxicos graves e apenas pequenas alterações na qualidade de vida.
Porém, especialistas que não participaram da pesquisa afirmam que inibidores de aromatase têm efeitos secundários significativos, como ondas de calor, artrite e perda de densidade óssea, o que pode ter um grande impacto na qualidade de vida de uma mulher, especialmente se ela não tem cancro.
Também 94 das mulheres tratadas com esse medicamento não beneficiaram dele até que uma conseguiu impedir o desenvolvimento da doença. Assim, quando se trata de prescrever Aromasin®, talvez fosse melhor limitá-lo a doentes com um risco muito elevado de cancro.
As mulheres são consideradas com alto risco se tiverem mais de 60 anos, estiverem na pós-menopausa e/ou tiverem biopsias de mama anormais.
Todos os especialistas concordam que as mulheres precisam de conversar com o seu médico para entender completamente os riscos e benefícios de tomar esses medicamentos antes de tomá-los.
A Pfizer, fabricante do Aromasin®, não quis revelar se planeia pedir uma extensão da sua patente com base na pesquisa.



Estas e outras notícias podem ser encontradas no portal de oncologia. É muito bom. Pesquisem!!!
Combinação de medicamentos é eficaz no tratamento do cancro da mama

Uma combinação de três medicamentos transformou-se numa esperança para as doentes com cancro da mama que têm metástases, por poder proporcionar uma taxa de resposta ao tratamento superior a 70% e uma sobrevivência livre da progressão do tumor acima dos 14 meses, avança o Jornal de Angola.
Miguel Martín, chefe do Serviço de Oncologia do Hospital Gregorio Marañón de Madrid e presidente do Geicam (Grupo Espanhol de Pesquisa em Cancro da Mama), coordenou um estudo internacional que apresentou na reunião da Asco (Sociedade Americana de Oncologia Clínica). Trata-se da combinação de dois fármacos biológicos – o tratamento padrão Trastuzumab e o antiangiogénico Bevacizumab – com a quimioterapia oral Capecitabina. Apesar de na fase pré-clínica ter sido comprovado que os três juntos conseguiam resultados melhores que agindo separadamente, isso não tinha sido confirmado em pacientes.

Para o trabalho foram recrutadas 88 pacientes com cancro da mama avançado, com o objectivo de determinar a eficácia e a segurança do tratamento triplo. “A realidade está a demonstrar-nos que é preciso combinar biológicos com citotóxicos se quisermos obter a máxima eficácia”, disse, realçando que foi acrescentada a capecitabina, que tem “um bom perfil de segurança”.
O cancro da mama HER2 positivo, no qual se centrou o estudo, caracteriza-se pela presença de quantidades elevadas desta proteína na superfície das células tumorais e afecta entre 20 e 25% das mulheres com a doença.
Notícias...

Investigadores do Whitehead Institute, nos EUA, identificaram um ponto vulnerável das células-tronco da mama que favorece a formação de tumores . O estudo revelou sinais de células epiteliais da mama que podem induzir as células a mudarem ou manterem um estado mesenquimal , incentivando tanto as células normais quanto as malignas a migrar e a auto-renovarem-se. Interromper esses sinais retira das células as habilidades de migração, invasão e de auto-renovação usadas pelas células-tronco cancerígenas em novos tumores, avança o portal ISaúde.
"As células-tronco são importantes tanto no tumor quanto no tecido normal . Por um lado, gostaríamos de saber o que cria as chamadas células-tronco cancerígenas em tecidos epiteliais com condições normais. Temos razões para crer que estas duas dinâmicas são orquestradas por um mecanismo regulamentar comum. Portanto, este trabalho pode ser aplicado para a compreensão de ambas as células do cancro da mama e células epiteliais normais, como as células normais nos ductos mamários normais", disse o investigador Robert Weinberg.
Durante uma transição epitelial-a-mesenquimal (EMT), células epiteliais adquirem as características das células mesenquimais. Ao contrário das células epiteliais bem-embaladas que se colam umas às outras, as mesenquimais estão soltas e livres para se moverem em torno de um tecido.
Os atributos de células mesenquimais são benéficos durante o desenvolvimento, mas, quando invadida por células cancerígenas, conferem a capacidade de migrar para locais distantes. Além disso, a passagem através de uma EMT permite que as células cancerígenas adultas produzam novos tumores com alta eficiência, a marca característica das células-tronco do cancro. Embora a passagem através de EMT seja reconhecida como um passo importante na formação de células-tronco cancerígenas, os cientistas foram incapazes de identificar claramente as pistas no microambiente de uma célula que induzem a uma EMT.

Sinais autócrinos

Ao estudar as células epiteliais de mama humana, a investigadora Christina Scheel identificou três vias de sinalização (TGF-beta, Wnts não-canónicos e Wnt canónicos) que trabalham em conjunto para manter as características migratórias e de auto-renovação das células epiteliais de mama e das células de cancro da mama. Estes caminhos são continuamente activados nas células-tronco por sinais autócrinos (produzidos pelas próprias células ). Estudar como estes sinais autócrinos funcionam em células epiteliais de mama permitiu aos investigadores especificarem os sinais que permitem que estas células passem por EMT e entrem em estado mesenquimal.
Scheel descobriu que as células epiteliais são mantidas no seu estado de diferenciação através da inibição das três vias de sinalização, isto é, células epiteliais normais produzem proteínas que bloqueiam estas moléculas de sinalização. Para provocar uma transição epitelial-a-mesenquimal in vitro a partir de células epiteliais normais da mama, ela removeu esses inibidores endógenos administrando um cocktail de anticorpos neutralizantes e adicionou fatores de crescimento que estimulam as três vias, imitando assim a sinalização autócrina encontrada em células mesenquimais.
Ao aplicar o resultado com EMT, Scheel direccionou as células a um estado mesenquimal, associado com aumento da capacidade migratória e características semelhantes às das células-tronco. Eventualmente, as células epiteliais em formação estabilizaram este estado por meio de sinalização autócrina.
Para ver os efeitos do bloqueio desta sinalização autócrina em um modelo animal, Scheel implantou em ratos células epiteliais de mama humana que passaram por EMT. A investigadora injectou então no local da implantação as proteínas que bloqueiam as três vias. Os ratos utilizados nesta experiência apresentaram um décimo do número de tumores encontrados nos ratos que não receberam as proteínas inibidoras. Além disso, as células do cancro da mama que foram pré-tratadas in vitro com estas proteínas demonstraram uma capacidade muito reduzida de metástase quando implantadas nos animais .
Segundo os investigadores, essas experiências mostram como células cancerígenas usam as funções celulares normais para derrubar as células saudáveis. "Esses sinais autócrinos não são algo que as células do cancro da mama inventam, mas resultam de uma activação de células-tronco normais . O cancro da mama de células-tronco dependem destes sinais para se manterem, então eles permanecem susceptíveis de bloquear esta sinalização autócrina. Pode ser uma excelente maneira para atingir o cancro da mama de células-tronco. Além disso, nosso ganho na compreensão de como os traços migratórios e de auto-renovação são activados em células epiteliais normais da mama pode promover nossa compreensão da homeostase do tecido normal e pode ser de grande utilidade na área da medicina regenerativa", explicou Scheel.