quinta-feira, 3 de março de 2011

Amigas(os) por hoje chega de publicações. A ressaca está a ficar pior. Sinto muitas nauseas, frio e dores no corpo. Vou tentar descansar. Uma boa noite para todos. Beijinhos até amanhã.
Cancro da mama: Bayer inicia ensaio de fase III com o Nexavar®

A Bayer e a Onyx Pharmaceuticals começaram a recrutar pacientes com cancro da mama para iniciar a terceira e última fase dos testes com o Nexavar®, um fármaco fundamental da pipeline de ambas farmacêuticas, avança a agência Reuters.
 O ensaio de fase III denominado RESILIENCE vai comparar mulheres que recebem o medicamento oncológico Nexavar®, em combinação com a quimioterapia padrão Xeloda®, a um grupo de controlo que recebe o Xeloda® e um placebo.
 Os participantes do ensaio têm cancro da mama que já começou a disseminar para outras partes do corpo.
 Em Julho de 2009, a Bayer e a parceira Onyx disseram que, num estudo de fase II, o Nexavar® mostrou-se promissor no tratamento de tumores da mama, a segunda forma mais comum de cancro.
 O Xeloda® é vendido pela suíça Roche Holding.
 O Nexavar®, que já foi aprovado para o tratamento de tumores do rim e do fígado na Europa, Ásia e América do Norte, é um dos novos medicamentos mais promissores da Bayer. A companhia espera que o fármaco obtenha vendas combinadas anuais de mais de 2 mil milhões de euros.
Cuidado! Deixem de fumar

Tanto o tabagismo como a exposição ao fumo passivo podem aumentar o risco de cancro de mama entre as mulheres que se encontram na fase pós-menopausa, concluiu um estudo publicado na edição online da revista British Medical Journal, e citado pelo site Tribuna Médica Press.
 Para este trabalho, a equipa da Fundação de Investigação HealthPartners, em Minneapolis, recolheu dados de 79.990 mulheres com idades dos 50 aos 79 anos.
 Segundo as informações compiladas, as mulheres que fumavam corriam um risco 16% superior de desenvolver cancro da mama, um valor que baixa para 9% entre as voluntárias que afirmavam já ter desistido do vício. A maior probabilidade foi observada entre as que eram fumadoras há cinco décadas ou mais.
 “Detectámos ainda algumas evidências que sugerem que a exposição prolongada ao fumo do tabaco pode aumentar o risco desta doença”, esclarece a coordenadora do estudo, Karen Margolis.

Risco 32% mais elevado

De acordo com os resultados, este risco é 32% mais elevado entre as não fumadoras expostas ao tabagismo passivo durante dez anos enquanto crianças, durante 20 anos, em casa, enquanto adultas e durante mais de dez anos, no local de trabalho, acrescenta.
 “Estas conclusões são importantes, pois, até agora, nada apontava para uma relação entre o tabaco e o risco de cancro da mama. Algo que este estudo vem fazer”, conclui.



Olá amigas(os) desta vez os efeitos da quimioterapia estão a ser mais suaves. Sinto-me com algumas náuseas mas sem vómitos o que já não é mau. Vamos lá ver como me vou sentir nos próximos dias.

Cancro da Mama

O cancro da mama é uma das doenças com maior impacto na nossa sociedade, não só por ser frequente e, muitas vezes, associada a uma imagem de gravidade, mas essencialmente porque atinge e agride um órgão cheio de simbolismo, na maternidade e na feminilidade.

O cancro da mama pode ter cura!

Aproximadamente 90% dos cancros da mama são curáveis, se forem detectados “a tempo” (na fase inicial) e tratados correctamente.
É aqui que começa o importante “papel” de cada um de nós: se estivermos atentos a toda e qualquer alteração que surja no nosso corpo, nomeadamente nas mamas, e falarmos desde logo com o médico, estaremos concerteza a apostar na detecção precoce do cancro da mama.
A detecção precoce pode fazer toda a diferença!


Quais os tipos de cancro de mama existentes?

É importante conhecer alguns dos termos utilizados para descrever os diferentes tipos de cancros da mama: o tratamento e prognóstico variam de doente para doente e, ainda, em função do tipo de tumor.

A grande maioria dos tumores malignos da mama têm origem nos ductos ou nos lóbulos da mama, que são tecidos glandulares; como tal, são denomimados adenocarcinomas. Os dois tipos mais frequentes são o carcinoma ductal e o carcinoma lobular.
O termo in-situ define o cancro da mama precoce, quando se encontra limitado aos ductos ou aos lóbulos, sem que haja invasão dos tecidos mamários vizinhos ou de outros órgãos.
 

Carcinoma ductal in-situ (CDIS): é o tumor não invasivo da mama mais frequente. Praticamente todas as mulheres com CDIS podem ser curadas. A mamografia é o melhor método para diagnosticar o cancro da mama, nesta fase precoce.

 Carcinoma lobular in-situ (CLIS): embora não seja um verdadeiro cancro, o CLIS é, por vezes, classificado como um cancro da mama não invasivo. Muitos médicos acreditam que o CLIS não se transforma num carcinoma invasivo mas, as mulheres com este tipo de cancro,êm maior risco de desenvolver cancro da mama invasivo.

Carcinoma ductal invasivo (CDI): este é o tipo de cancro mama invasivo mais frequente Chama-se invasivo não porque se tenha espalhado pelo restodo corpo mas porque e invade os tecidos vizinhos, na mama.Nesta fase, pode disseminar-se através dos vasos linfáticos oudo sangue, atingindo outros órgãos.Aproximadamente80% dos cancros da mama invasivossão carcinomas ductais.

Carcinoma lobular invasivo (CLI): À semelhança do CDI, pode disseminar-se (metastizar)para outras partes do corpo. Aproximadamente 10% dos cancros da mama invasivos são carcinomas lobulares. É diferente do carcinoma ductal porque se vê pior na mamografia e mais vezes tem vários focos (mais do que um nódulo) na mama. Utiliza-se neste tipo de cancro mais vezes a ressonância magnética da mama para melhor caracterização.

Carcinoma inflamatório da mama: este é um cancro agressivo mas pouco frequente; corresponde a cerca de 1-3% de todos os cancros da mama. Associado ao carcinoma que pode ser
de qualquer tipo aparecem sinais inflamatórios da mama (mama vermelha e quente).

Outros tipos de cancro da mama mais raros: o carcinoma medular, o carcinoma mucinoso, o carcinoma tubular entre outros.