domingo, 20 de março de 2011


Terça- feira já vou fazer outro tratamento de quimioterapia!
Amanhã lá vou eu outra vez fazer análises e o f.e.v.( exame ao coração) para na terça-feira fazer a 3ª sessão de quimioterapia. Está quase a acabar! Depois fica só mais uma sessão para fazer. Se tudo correr bem termina no dia doze de Abril. Esse dia vai ser um dia de festa! Que chegue depressa dia 12 de Abril!



sexta-feira, 18 de março de 2011

Ivete Sangalo - Flor do Reggae






Uma musiquinha alegre e animada para todos os que leêm este blog. Cantem e dancem muito.
Divirtam-se Muito!!!!!

Amigas(os) hoje está um lindo dia de sol. Divirtam-se! Está muito bom para passear. Tenham um bom dia. Beijinhos

quarta-feira, 16 de março de 2011


Mais informações....

Quais os factores de risco para o cancro da Mama?

Continua a não ser conhecida uma causa específica para o cancro da mama. Provavelmente não se trata apenas de uma causa mas de um conjunto de associações que vão determinar o aparecimento da doença.
No entanto, há alguns factores que parecem estar associados ao risco aumentado para ter cancro da mama.
Sendo a mama um órgão sensível, é conveniente ter cuidado e evitar traumatismos; no entanto, é importante referir que nunca se provou qualquer relação entre trauma e cancro da mama.
O cancro da mama não é uma doença contagiosa, ou seja, não se "apanha" a doença de outra pessoa.
Foram já identificados alguns factores de risco para o cancro da mama. Os factores de risco para cancro não têm todos a mesma importância. Os factores major são aqueles que aumentam realmente o risco de vir a ter um cancro da mama (mais de duas vezes o risco da população geral) Os factores de risco minor são aqueles em que o aumento de risco é muito ligeiro.

Factores de risco major

Idade: a possibilidade de ter cancro da mama aumenta com o aumento da idade; uma mulher com mais de 60 anos apresenta maior risco, ou seja, mais idade implica maior risco para cancro da mama.
Sendo o cancro uma doença dos tecidos e órgãos, à medida que estes vão envelhecendo, começa a “aumentar” a possibilidade de ter cancro, reforçando uma expressão cada vez mais ouvida, de que o cancro deverá ser considerado como uma doença crónica que acompanha o envelhecimento.
Efectivamente, grande parte dos diferentes tipos de cancro surge em pessoas com mais de 65 anos.
No entanto, o cancro pode surgir em pessoas de todas as idades.

História pessoal de cancro da mama: uma mulher que já tenha tido cancro da mama, numa mama,tem maior risco de ter a doença na outra mama. No entanto e porque a vigilância nessas mulheres é regular a descoberta de um segundo cancro, quando acontece, é habitualmente em fase precoce e não altera o prognóstico.

História familiar: o risco de ter cancro da mama aumenta quando há história familiar de cancro da mama, ou seja, se a mãe, tia ou irmã tiveram cancro da mama, especialmente em idade jovem (antes dos 40 anos); ter outros familiares com cancro da mama, do lado materno ou paterno pode, também, aumentar o risco de vir a ter cancro da mama. Para as situações de história familiar de cancro da mama existem as consultas de aconselhamento genético. Nestas consultas é feito um cálculo do risco para a existência de uma alteração genética, que, se for muito elevado, poderá levar à realização do teste genético para a pesuisa de mutações.

Alterações genéticas (mutações): há alterações em determinados genes, como sejam os genes BRCA1, BRCA2, entre outros, que aumentam o risco de ter cancro da mama; estas alterações específicas podem ser detectadas em famílias com vários casos de cancro da mama, através de testes genéticos. Nestes casos, podem ser sugeridas algumas medidas para tentar diminuir o risco de cancro da mama e assegurar a sua detecção precoce. As mulheres saudáveis que tenham herdado alterações genéticas que conferem “alto risco” são seguidas de forma diferente das outras mulheres e têm recomendação para exames de vigilância diferentes: podem fazer ressonância magnética adicionalmente à mamografia e, caso o desejem, podem fazer prevenção pela cirurgia.
Neste caso, incluem-se a mastectomia bilateral profiláctica com reconstrução mamária, a mastectomia profiláctica contralateral (nas mulheres que já tiveram cancro numa mama e têm alto risco de bilateralidade) e a ooforectomia (nestas famílias existe risco de cancro do ovário e esta cirurgia previne o cancro do ovário, além de contribuir, nas mulheres em pré-menopausa, para a prevenção do cancro da mama).
Este grupo de mulheres com alterações genéticas representa apenas um grupo muito pequeno de mulheres no universo do cancro da mama. A maior parte das mulheres com cancro da mama tem o que chamamos o cancro da mama esporádico (sem relação familiar).

Presença de células anormais na mama: por vezes, a mama tem células que parecem anormais, quando vistas ao microscópio; a presença de determinado tipo de células anormais, como acontece na hiperplasia atípica ou no carcinoma lobular in- situ, aumenta o risco de cancro da mama.Estas células anormais não se vêm nos exames de imagem e são descobertas apenas porque se realizou uma biópsia.

Radioterapia na zona do peito: mulheres que tenham sido irradiadas na zona do peito antes dos 30 anos, incluindo as mamas, têm risco aumentado para cancro da mama.

Factores de risco minor

História menstrual prolongada: mulheres que tiveram a primeira menstruação em idade precoce (antes dos 12 anos), que tiveram uma menopausa tardia (depois dos 55 anos) ou que nunca tiveram filhos (nuliparidade), estão em risco aumentado para cancro da mama.
No nosso organismo, o crescimento das mamas é controlado pelos estrogénios - hormonas femininas.
Assim sendo, também as células de cancro da mama, se estiverem presentes, irão recorrer aos estrogénios para “se desenvolverem”; como tal, se a primeira menstruação for precoce e a menopausa tardia, a mulher fica mais tempo exposta à acção dos estrogénios que, na presença de cancro, vão como que “alimentá-lo” e permitir o seu desenvolvimento.

Primeira gravidez de termo depois dos 30 anos de idade

Terapêutica hormonal de substituição: mulheres que fazem terapêutica hormonal para a menopausa, com estrogénios ou estrogénios e progesterona, durante 5 ou mais anos após a menopausa, parecem apresentar maior possibilidade de desenvolver cancro da mama; no entanto, este dado ainda não é definitivo.

Etnia (ou raça): o cancro da mama surje com maior frequência em mulheres caucasianas (brancas), comparativamente a mulheres latinas, Asiáticas ou Afro-Americanas.

Densidade do tecido mamário: mulheres mais velhas que na mamografia (raio-X da mama) apresentam, essencialmente, tecido denso e não tecido gordo, têm risco aumentado para cancro da mama.

Obesidade depois da menopausa: as mulheres que são obesas ou que têm grande aumento de peso, depois da menopausa, têm risco aumentado para cancro da mama. Porquê? Porque a obesidade está relacionada com um elevado nível de gordura corporal e, como o nosso organismo produz alguns estrogénios (hormona feminina) no tecido gordo é, assim, mais provável que mulheres obesas apresentem níveis elevados de estrogénios e, consequentemente, risco aumentado para cancro da mama.

Falta de exercício físico: mulheres que não fazem exercício físico, durante a sua vida, parecem ter um risco aumentado para cancro da mama. Tal como já foi referido, a acumulação de gordura no corpo pode aumentar a produção de estrogénios; também a obesidade do tipo “pêra”, na qual se acumula gordura em torno da cintura, aumenta o risco de cancro da mama.
A prática de exercício físico moderado e regular reduz os níveis de gordura corporal. A manutenção de um corpo relativamente magro, com pouca gordura e não apenas leve, é importante para a prevenção do cancro da mama.

Álcool: alguns estudos sugerem haver uma relação entre a maior ingestão de bebidas alcoólicas e o risco aumentado para cancro da mama.

Alguns dos factores de risco aqui enumerados podem ser evitados; outros não, como o sexo, idade e a história familiar.
No entanto, é sempre útil saber e estar consciente de quais os principais factores de risco já identificados, ainda que muitas mulheres com estes factores não venham nunca a desenvolver cancro da mama.
Não hesite em falar com o seu médico, sempre que tenha dúvidas sobre o cancro da mama ou se pensa ter risco aumentado para cancro da mama.



Parabéns Filha!
Hoje fui mãe pela primeira vez. Uma experiência única e maravilhosa. Às 20:09 nasceu a Beatriz com 2,240kg e 45cm. Era muito pequenina. Nasceu no dia em que fazia 37 semanas de gestação. Nasceu antes do tempo pois eu tive pré-eclampsia. Estive dois dias para a ter. A Beatriz não queria de maneira alguma nascer. No dia anterior ao seu nascimento eu estive ligada às "cintas" e com ocitocina mas não havia sinais de querer nascer. No dia de hoje ( à cinco anos atrás) as médicas rebentaram-me as "águas" para que ela podesse nascer. Ai sim! Ao fim de 12 horas de trabalho de parto fui para cesariana pois só consegui fazer 4 dedos de dilatação. Nasceu no dia em que a avó materna faz anos. Hoje recordo este momento com muito carinho e com muita muita saudade. PARABÉNS filhota a mamã ADORA-TE MUITO. Beijinhos amor.
                                                     
                                                                    

                                                                                   
                               

quinta-feira, 10 de março de 2011

Um azar nunca vem só!

Ao fim de dez dia de fazer quimioterapia comecei a vomitar. Detesto vomitar é horrível e agoniante.
A minha filhota a Beatriz apesar de ser vacinada contra a varicela está com pintas no corpo e farta de se coçar. O Bruno vai apanhar de certeza pois ele não tem a vacina contra a varicela. Olhem só a minha sorte!
Estou com algum medo pois estou com as defesas em baixo. Que mais me irá acontecer?


quarta-feira, 9 de março de 2011

Mitos e factos sobre o cancro da Mama

  Mito
As mulheres mais novas têm maior risco do que as mais velhas de vir a ter cancro da mama
   Facto
As mulheres mais velhas têm maior risco do que as mais novas de vir a ter cancro da mama

   Mito
Nódulos mamários aumentam o risco de cancro da mama
Facto
A maior parte dos nódulos benignos da mama não aumenta o risco de cancro

Mito
As alterações fibrocísticas e/ou cistos mamários aumentam o risco de cancro da mama
Facto
As alterações fibrocísticas e/ou cistos mamários não aumentam o risco de cancro da mama

Mito
Beber café aumenta o risco de cancro da mama
Facto
Beber café não aumenta o risco de cancro da mama

Mito
Anti-transpirantes e desodorizantes aumentam o risco de cancro da mama
Facto
Anti-transpirantes e desodorizantes não aumentam o risco de cancro da mama

MitoA amamentação aumenta o risco de cancro da mama
Facto
A amamentação não aumenta o risco de cancro da mama, nem o diminui de forma considerável

MitoA escorrência (líquido) mamilar é sinal de cancro da mama
Facto
A escorrência mamilar é um sinal importante mas que na maioria dos casos não traduz cancro

MitoOs soutiens com aros aumentam o risco de cancro da mama
Facto
Os soutiens, com aros, sem aros, etc. não têm qualquer influência no risco de cancro da mama

MitoUm traumatismo na mama pode causar cancro
FactoOs traumatismos na mama não causam cancro

MitoAs pílulas contraceptivas aumentam o risco de cancro da mama
Facto
As pílulas contraceptivas actuais não aumentam o risco de cancro da mama

Mito
"Uma em cada dez mulheres irá ter cancro da mama" significa que se escolhermos dez mulheres ao acaso uma delas irá ter cancro da mama de certeza
Facto
Uma em cada dez mulheres é um valor de probabilidade e significa um risco que não é necessariamente aplicado a cada grupo de dez mulheres, mas que se traduz dessa forma para que se compreenda mais facilmente

   Mito
Só as mulheres têm cancro da mama
   Facto
Os homens também podem ter cancro da mama ainda que seja muito raro

Está a custar a passar!
Desta vez a ressaca da quimio está a custar a passar. Começo a sentir melhoras mas de uma forma muito lenta. Comecei muito bem sem vómitos, mas depois de alguns dias comecei a sentir muitas náuseas, dores no corpo, dores no couro cabeludo e o meu sistema nervoso estava super alterado.
No sábado passado levava tudo à minha frente. Estava super nervosa. Quem padeceu foram os meus filhos. Até sinto remorsos!!!
 O meu marido coitado também não andou nada bem. Sábado de manhã foi parar às urgências do Hospital de Stº António com dores no pescoço.
Diagnóstico: um torcicolo. Andou até ontem a colocar emplastros e a tomar medicação. Tudo acontece nesta casa!
O meu pequenino, o Bruno, também esteve anteontem com febre. Comecei a ficar preocupada. Primeiro por ele depois, por mim que neste momento todo o cuidado é pouco pois tenho as defesas em baixo. Levei-o à pediatra mas não parece ser nada de maior. Uma pequena constipação. Garganta e ouvidos tudo bem. Apenas se ouvem umas crepitações na oscultação. Não fez mais febre. Anda agora a fazer nublizações para soltar a expectoração.
Eu vou andando.
Hoje fui ao Centro de Saúde renovar o meu atestado médico pois já terminou no dia 2.
De manhã estive melhor do que estou agora.
Sinto um mal estar no estômago. Sinto vontade de vomitar mas não consigo. Bem vamos lá ver como estarei amanhã.  Recebi carta para ir a Junta Médica para atestar incapacidade. Vou no dia 16, dia de anos da minha filhota e da minha mãe.
Vamos ver o que vão atestar.

terça-feira, 8 de março de 2011

Interessante Notícia do correio da manhã

Cirurgia tenta destruir metástases

O objectivo é destruir metástases (novos focos de tumor maligno). A cirurgia que extrai o tumor, chamada ressecção, é agora feita no fígado, vias biliares e pâncreas. Para melhorar as percentagens de sobrevivência, é utilizada uma esponja hemostática para controlar a hemorragia, que nestes casos costuma ser fatal. O Hospital de São João, no Porto, foi a primeira unidade do País a recorrer a esta técnica.
A cirurgia começou por ser feita em doentes com cancro do cólon e do recto. Os resultados mostraram que a taxa de sobrevivência era parecida com a de outras operações em que não havia metástases naqueles órgãos. E que, por isso, era preferível operar as novas lesões tumorais.
Hoje já são aceites doentes com metástases no rim, estômago, pâncreas, vias biliares (que ligam o fígado e a vesícula biliar ao duodeno) e fígado.
A técnica consiste em tirar a metástase, tratar outros nódulos cancerosos por radiofrequência e estancar as hemorragias, colocando esponjas no órgão.
A diferença prende-se com o facto de anteriormente o doente ser, em muitos casos, apenas sujeito a tratamentos paliativos. Primeiro, retiram-se os nódulos do tumor através de uma cirurgia aberta convencional. É possível tratar outros nódulos por radiofrequência (que pode ser feita durante a cirurgia ou através da pele, recorrendo a uma TAC e radiografia). Introduz--se uma agulha, cujos movimentos são controlados através das imagens da radiografia. A agulha irá destruir, pelo calor, os nódulos que não era possível retirar. No caso do pâncreas e do fígado, é colocada, já no fim da operação, uma esponja hemostática no órgão, que ajuda a controlar a hemorragia e evita que os fluídos se libertem e causem infecções pós-operatórias. A hemorragia é sempre uma preocupação nestas cirurgias, chegando a ser fatal em alguns casos, e a esponja é usada para a prevenir e, eventualmente, tratar.
O número de cirurgias desta natureza tem aumentado em doentes com cancro e nos quais são detectadas metástases.

TÉCNICA USADA EM 45 HOSPITAIS

A técnica que aplica a esponja hemostática nas cirurgias de ressecção é usada desde 2009. Apesar de o Hospital de S. João, no Porto, ter sido o primeiro a recorrer à esponja, hoje esta é utilizada em 45 hospitais em todo o País. A aplicação da esponja, com o nome comercial TachoSil, está restrita a cirurgiões experientes. Pode ser usada apenas uma ou mais, dependendo do tamanho da ferida.

"É MELHOR DO QUE ABANDONAR A DOENÇA SEM A CIRURGIA": Costa Maia Director do Serviço de Cirurgia do S. João

Correio da Manhã – O que têm de novo estas cirurgias?
Costa Maia – Os pacientes com tumores do pâncreas e fígado eram antes sujeitos a tratamentos paliativos. Agora, tratamos os doentes com uma intenção curativa. O mais importante é a atitude perante isto.

– E em termos de resultados?
– Os resultados da operação ao rim, estômago e pâncreas, por exemplo, não são tão bons como os do cólon. Mas são melhores do que abando-nar a doença sem a cirurgia. Isto também significa uma diminuição de custos.

– É a única solução?
– A extracção das metástases hepáticas é, actualmente, o único tratamento potencialmente curativo para estes tumores. Quando não tratadas, a possibilidade de sobrevivência é de 4 a 24 meses.

"DETECTARAM-ME UMA MANCHA NO PÂNCREAS"
António Aurélio Pereira tem 78 anos e mora no Funchal. Foi operado há cinco anos a um tumor no rim. "Tinha muita necessidade de urinar durante a noite. Numa ecografia, foi vista qualquer coisa no rim e chegaram à conclusão de que era preciso tirar o rim direito", conta ao CM.
Quase sempre sem ter sintomas, foi-lhe identificado, em Dezembro de 2006, um aneurisma na aorta abdominal. "Corria normalmente, sem dores. Ia periodicamente ao médico. Quando detectaram o aneurisma, passei a fazer todos os anos uma TAC. Há dois anos foi detectada uma mancha no pâncreas", explica António Aurélio Pereira. No ano passado, a mancha no pâncreas passou a ser um nódulo tumoral. "No início de Janeiro deste ano mandaram-me para o continente, para fazer exames", disse.
Voltou, no final de Fevereiro último, para ser operado no Hospital de S. João, no Porto. Tanto ao nódulo no pâncreas como a vários nódulos no fígado. A solução passava por retirar os nódulos e destruir outros, através da radiofrequência. Na operação foi usada a radiografia para localizar as metástases. Foi ainda verificado se havia mais metástases, não detectadas nos exames anteriores. "Precisamente por saber que estas operações não se faziam e por ter um belíssimo cirurgião, estou muito confiante", diz. A esperança aumenta quando relembra o seu historial clínico, quase imaculado. "À parte do rim, tenho sido uma pessoa forte, saudável, sem problemas e com saúde de ferro", regozija-se.

METÁSTASES NÃO OPERÁVEIS
Nem todos os tumores são bons para as metástases poderem ser operadas. O do cólon e o do recto são dos mais operáveis. No caso do fígado, a cirurgia é a maneira mais eficaz de tratar as metástases. Quando isso não é possível, porque pode implicar retirar demasiado fígado, recorre-se à radiofrequência. No entanto, é menos eficaz que a cirurgia, porque as metástases reaparecem com frequência.
Um feliz dia da Mulher para todas! Beijinhos.

quinta-feira, 3 de março de 2011

Amigas(os) por hoje chega de publicações. A ressaca está a ficar pior. Sinto muitas nauseas, frio e dores no corpo. Vou tentar descansar. Uma boa noite para todos. Beijinhos até amanhã.
Cancro da mama: Bayer inicia ensaio de fase III com o Nexavar®

A Bayer e a Onyx Pharmaceuticals começaram a recrutar pacientes com cancro da mama para iniciar a terceira e última fase dos testes com o Nexavar®, um fármaco fundamental da pipeline de ambas farmacêuticas, avança a agência Reuters.
 O ensaio de fase III denominado RESILIENCE vai comparar mulheres que recebem o medicamento oncológico Nexavar®, em combinação com a quimioterapia padrão Xeloda®, a um grupo de controlo que recebe o Xeloda® e um placebo.
 Os participantes do ensaio têm cancro da mama que já começou a disseminar para outras partes do corpo.
 Em Julho de 2009, a Bayer e a parceira Onyx disseram que, num estudo de fase II, o Nexavar® mostrou-se promissor no tratamento de tumores da mama, a segunda forma mais comum de cancro.
 O Xeloda® é vendido pela suíça Roche Holding.
 O Nexavar®, que já foi aprovado para o tratamento de tumores do rim e do fígado na Europa, Ásia e América do Norte, é um dos novos medicamentos mais promissores da Bayer. A companhia espera que o fármaco obtenha vendas combinadas anuais de mais de 2 mil milhões de euros.
Cuidado! Deixem de fumar

Tanto o tabagismo como a exposição ao fumo passivo podem aumentar o risco de cancro de mama entre as mulheres que se encontram na fase pós-menopausa, concluiu um estudo publicado na edição online da revista British Medical Journal, e citado pelo site Tribuna Médica Press.
 Para este trabalho, a equipa da Fundação de Investigação HealthPartners, em Minneapolis, recolheu dados de 79.990 mulheres com idades dos 50 aos 79 anos.
 Segundo as informações compiladas, as mulheres que fumavam corriam um risco 16% superior de desenvolver cancro da mama, um valor que baixa para 9% entre as voluntárias que afirmavam já ter desistido do vício. A maior probabilidade foi observada entre as que eram fumadoras há cinco décadas ou mais.
 “Detectámos ainda algumas evidências que sugerem que a exposição prolongada ao fumo do tabaco pode aumentar o risco desta doença”, esclarece a coordenadora do estudo, Karen Margolis.

Risco 32% mais elevado

De acordo com os resultados, este risco é 32% mais elevado entre as não fumadoras expostas ao tabagismo passivo durante dez anos enquanto crianças, durante 20 anos, em casa, enquanto adultas e durante mais de dez anos, no local de trabalho, acrescenta.
 “Estas conclusões são importantes, pois, até agora, nada apontava para uma relação entre o tabaco e o risco de cancro da mama. Algo que este estudo vem fazer”, conclui.



Olá amigas(os) desta vez os efeitos da quimioterapia estão a ser mais suaves. Sinto-me com algumas náuseas mas sem vómitos o que já não é mau. Vamos lá ver como me vou sentir nos próximos dias.

Cancro da Mama

O cancro da mama é uma das doenças com maior impacto na nossa sociedade, não só por ser frequente e, muitas vezes, associada a uma imagem de gravidade, mas essencialmente porque atinge e agride um órgão cheio de simbolismo, na maternidade e na feminilidade.

O cancro da mama pode ter cura!

Aproximadamente 90% dos cancros da mama são curáveis, se forem detectados “a tempo” (na fase inicial) e tratados correctamente.
É aqui que começa o importante “papel” de cada um de nós: se estivermos atentos a toda e qualquer alteração que surja no nosso corpo, nomeadamente nas mamas, e falarmos desde logo com o médico, estaremos concerteza a apostar na detecção precoce do cancro da mama.
A detecção precoce pode fazer toda a diferença!


Quais os tipos de cancro de mama existentes?

É importante conhecer alguns dos termos utilizados para descrever os diferentes tipos de cancros da mama: o tratamento e prognóstico variam de doente para doente e, ainda, em função do tipo de tumor.

A grande maioria dos tumores malignos da mama têm origem nos ductos ou nos lóbulos da mama, que são tecidos glandulares; como tal, são denomimados adenocarcinomas. Os dois tipos mais frequentes são o carcinoma ductal e o carcinoma lobular.
O termo in-situ define o cancro da mama precoce, quando se encontra limitado aos ductos ou aos lóbulos, sem que haja invasão dos tecidos mamários vizinhos ou de outros órgãos.
 

Carcinoma ductal in-situ (CDIS): é o tumor não invasivo da mama mais frequente. Praticamente todas as mulheres com CDIS podem ser curadas. A mamografia é o melhor método para diagnosticar o cancro da mama, nesta fase precoce.

 Carcinoma lobular in-situ (CLIS): embora não seja um verdadeiro cancro, o CLIS é, por vezes, classificado como um cancro da mama não invasivo. Muitos médicos acreditam que o CLIS não se transforma num carcinoma invasivo mas, as mulheres com este tipo de cancro,êm maior risco de desenvolver cancro da mama invasivo.

Carcinoma ductal invasivo (CDI): este é o tipo de cancro mama invasivo mais frequente Chama-se invasivo não porque se tenha espalhado pelo restodo corpo mas porque e invade os tecidos vizinhos, na mama.Nesta fase, pode disseminar-se através dos vasos linfáticos oudo sangue, atingindo outros órgãos.Aproximadamente80% dos cancros da mama invasivossão carcinomas ductais.

Carcinoma lobular invasivo (CLI): À semelhança do CDI, pode disseminar-se (metastizar)para outras partes do corpo. Aproximadamente 10% dos cancros da mama invasivos são carcinomas lobulares. É diferente do carcinoma ductal porque se vê pior na mamografia e mais vezes tem vários focos (mais do que um nódulo) na mama. Utiliza-se neste tipo de cancro mais vezes a ressonância magnética da mama para melhor caracterização.

Carcinoma inflamatório da mama: este é um cancro agressivo mas pouco frequente; corresponde a cerca de 1-3% de todos os cancros da mama. Associado ao carcinoma que pode ser
de qualquer tipo aparecem sinais inflamatórios da mama (mama vermelha e quente).

Outros tipos de cancro da mama mais raros: o carcinoma medular, o carcinoma mucinoso, o carcinoma tubular entre outros.

quarta-feira, 2 de março de 2011

Segunda Quimioterapia
Ontem fui fazer a segunda quimioterapia. Ia muito nervosa pois eu como já disse, detesto agulhas e como na última tive uma experiência pouco agradável, eu ia cheia de medo.
Entreguei o meu cartão na recepção e fiquei à espera de ser chamada.
Pouco tempo depois ouvi o meu nome. Lá fui eu desta vez para outra sala. A enfermeira Carla era uma simpatia. Ela já sabia da minha fobia por agulhar pois a Michel, a minha enfermeira da 1ª quimio, tinha-lhe contado.
Perguntou-me como me tinha sentido. Falei-lhe dos meus vomitos e do meu cansaço. Aconselhou-me a beber muitos liquidos para eliminar o mais rápido possivel a medicação pois assim como destrói o que é mau também afecta os orgão sãos.
Depois ela esteve a ver as minha veias. Como eu estava muito tensa  esteve a fazer-me exercícios com a minha mão para eu descontrair. Por fim picou a minha mão. Não doeu nada. Que alivio! Até tive vontade de chorar!
Perguntei-lhe como estavam as minhas analises. Disse-me que as defesas tinham baixado um pouco o que era normal. Perguntei-lhe se podia fazer alguma coisa em relação a isso. Ela respondeu-me que não há nada a fazer.
 Eu não quero faltar a nenhuma sessão! Quero levar isto tudo direitinho.
Fui picada na mão direita porque assim desejei e porque na mão esquerda a veia endureceu e doi-me. Deu-me a mesma medicação da última vez e  uma pomada para colocar na mão para ver se ajuda.
Penso que desta vez o tratamento foi um pouco mais longo.
Tive uma sensação estranha no braço. Parecia que estava muito leve e o dedo polegar estava sempre a tremer. A enfermeira Carla disse que era por eu estar muito tensa. Ela reparou que eu nunca apoiei o braço. Eu confesso que nem dei por isso. Pediu-me para eu controlar as minhas tenções pois a minima estava um pouco alta mas segundo ela seria por estar nervosa.
O tratamento terminou por volta das 19:45. Despedi-me até à próxima ou seja dia 22 de Março.
Até ao momento sinto-me bem. Não tive enjoos mas... nem gosto muito de falar. A ressaca ainda deve estar para vir. Vamos lá ver.



terça-feira, 1 de março de 2011